Queria viver de poesia
Com todas as traquitanas
Do medo à maresia
Da pobreza à burguesia
Com uma sanidade insana
Dlorom! Toque o sino Frere Jacque
Pois badala o meu coração
Dlorom! Toque o sino Frere Jacque
Pois o meu desejo não é em vão
Me dessem um alaúde, eu tocaria valsa
Mas me deram história e fiz uma vida
terça-feira, 18 de setembro de 2007
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