terça-feira, 9 de outubro de 2007

O homem de meias amarelas

Esse poema ficou pequeno
Para o homem de meias amarelas
E ele provocava todos os versos
Instigava minhas rimas pobres
Brincava mesmo como quem já fez seu carnaval

Este homem era... Enfim!
E isso basta
Suas rotas tinham pouco tempo e espaço
Ele era uma constelação fixa
Genial!

Ele queria ser burocrata
Mas virou astronauta mesmo
E foi feliz!

Mas pra que querer mais do que isso?
Talvez precisemos de mais caminhos
Até porque, o homem de meias amarelas
Fugiu com os nossos pés

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